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Coronavírus dá sinais de alerta para o mercado de fertilizantes 

 

A Copadubo está de olho no que está acontecendo no cenário mundial de fertilizantes com a pandemia de coronavírus que pegou de vez o agronegócio no Brasil –  e a logística é o principal foco de preocupação. A crise ainda não está afetando as previsões de safra, mas causa algumas incertezas. Hoje, a demanda por fertilizantes deve atingir 37 milhões de toneladas no Brasil em 2020 de acordo com o banco holandês Rabobank contra 36,2 milhões de toneladas em 2019 no Brasil.

A produção de fertilizantes já mostrou alguns efeitos da pandemia e as medidas tomadas para limitar a disseminação do coronavírus afetaram as operações em alguns dos ativos de rochas fosfáticas da produtora de fertilizantes norte-americana Mosaic, tanto no Peru quanto no Brasil, bem como em sua cadeia de suprimentos na Índia.

A espanhola ICL, produtora de potássio sediada em Israel, interrompeu toda a produção de suas minas espanholas de MOP, depois de anunciar na semana passada que cortaria parte de sua produção das minas Suria, com capacidade de 950.000t/ano, e de Sallent, com capacidade de 250.000t/ano, devido aos efeitos do pandemia de coronavírus.

É bom ficar atento com o mercado diariamente com todas essas informações, que mudam a cada hora pela pandemia. Procure analisar a sua logística, negocie com fornecedores para que não falte nada, redobre os cuidados com a saúde de seus colaboradores e tente manter seus negócios caminhando mesmo com a crise. Ela vai passar muito em breve.

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